sábado, 31 de maio de 2008

Abigraf convoca expositores para o Congresso Brasileiro da Indústria Gráfica



Exposição do 14° Congraf, que será realizado entre os dias 14 e 17 de outubro.


A Abigraf convida empresários do setor gráfico a “descobrir a importância de ter uma visão privilegiada do mundo dos negócios”, reservando espaço de participação na Exposição do 14° Congraf, que será realizado entre os dias 14 e 17 de outubro.
A entidade contratou a Francal Feiras para fazer a comercialização de espaços para expositores na feira de produtos e serviços gráficos que ocorre em paralelo ao congresso. A promotora não apenas está encarregada dessa tarefa, como também responde pela orientação às empresas sobre a montagem dos estandes. A área destinada às exposições é de, aproximadamente, 1.200 metros quadrados, dividido em estandes com metragens que variam de nove a cinqüenta metros quadrados.
O preço do metro quadrado para associados da Abigraf é de R$ 375,00 pela área livre ou R$ 495,00 com montagem básica. Para não associados o investimento por metro quadrado é de R$ 480,00 pela área livre ou R$ 600,00 com montagem básica. Materiais inclusos na montagem básica oferecida são sistema Octanorm; painéis TS sobre carpete forração; balcão padrão (um metro de altura e 50 centímetros de profundidade), quatro cadeiras fixas estofadas; mesa redonda com tampo de vidro, quatro prateleiras de vidro (de um metro por 30 centímetros), iluminação da feira por um spot light a cada 4 metros; testeira em toda a extensão do estande (70 centímetro de altura) com o nome da empresa (sem o logo); e uma tomada monofásica (110 volts).
Os interessados em participar do evento podem, desde já, entrar em contato com a Francal Feiras, pelo telefone (11) 2226.3100 ou e-mail:

rosangela@francal.com.br

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Fonte: Demark.

Gorvernos Estadual e Municipal

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sexta-feira, 30 de maio de 2008

Lucro na era digital ainda está para ser descoberto

De que forma a música, os livros e os filmes serão consumidos no futuro? Essa é uma das perguntas chaves que o setor de entretenimento terá que responder - e rápido. Nesse novo contexto, em que o conteúdo digital está a um clique do consumidor, o modo de produção tradicional fica cada dia mais obsoleto. É hora de empresas como gravadoras e exibidores de filmes se reinventarem. A consultoria Deloitte pesquisou a fundo o setor no trabalho Media Predictions - TMT Trends 2008 e sugeriu mudanças para que as companhias se adaptem a essa realidade. No caso da música, o processo de digitalização intensificou a pirataria. Ficou fácil e barato fazer downloads ilegais da internet ou copiar um CD para vendê-lo na rua. Desde 2004, o setor encolheu 28,9%. No ano passado, as vendas físicas de música mundiais totalizaram US$ 15 bilhões. As redes de cinema também precisam aproveitar o momento para rever seu modelo de negócio. Segundo a Deloitte, o advento do projetor digital - há cerca de 150 salas com esse tipo de equipamento no Brasil - trouxe novas possibilidades. Os filmes podem dividir as salas de cinema com outro tipo de programação, como a exibição de um show ou um evento corporativo. Porém, a tecnologia digital não parece tão promissora quando o assunto são os livros, revistas e jornais. "Um dos principais obstáculos para a adoção em massa do e-book (livro digital) em 2008 e nos próximos anos pode estar ligado à profunda afeição que as pessoas possuem pelo livro tradicional de papel", afirma a pesquisa. Em vez do consumidor em geral, a tendência é que o livro digital - um aparelho com uma tela especial para leitura - interesse mais a públicos específicos. Pode ser um instrumento prático de consulta para quem usa obras de referências no trabalho, como dicionários, manuais técnicos, textos acadêmicos ou títulos jurídicos. No Brasil, uma editora pequena, a Giz Editorial, tem se arriscado nesse mercado, praticamente inexistente no país - nos EUA, a Sony fabrica o e-book e a Amazon oferece um aparelho de marca própria. Ednei Procópio, dono da Giz, trouxe um primeiro lote da China com sua marca própria, a e-BookReader, em meados do ano passado. Até agora, no entanto, o empresário vendeu apenas 30% do material importado, mesmo tendo diminuído o preço de R$ 999 para R$ 749. "As pessoas preferem um notebook, ainda mais após a queda do dólar, ao e-book", afirma. Os compradores do livro digital no Brasil, diz Procópio, "são principalmente profissionais liberais ou técnicos que precisam ler manuais". Mesmo assim, ele reconhece que ainda não há grande demanda. "Não tenho pressa em vender o restante do lote. O mais importante, agora, é criar o hábito de consumo desse equipamento."
Portal Abigraf

45% dos brasileiros dizem que não gostam de ler



Foha de São Paulo

Fernando Donasci



]Segundo pesquisa do Instituto Pró-Livro, brasileiros lêem em média menos de 5 livros por ano
No país de escritores como João Guimarães Rosa, Machado de Assis e Carlos Drummond de Andrade, 45% dos entrevistados na pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil" disseram não gostar de ler. O percentual, aplicado à população brasileira, corresponde a mais de 77 milhões de pessoas. Segundo o balanço, realizado pelo Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), a pedido do Instituto Pró-Livro, e divulgado ontem, o brasileiro lê, em média, 4,7 livros por ano, e compra ainda menos, média de 1,2 exemplar a cada 12 meses. Quando indagada sobre o que prefere fazer em seu tempo livre, a maioria da população opta pela televisão (77%) -a leitura foi a quinta opção citada pelos entrevistados, com 35%, atrás de hábitos como ouvir música e rádio e descansar. Em um país que tem 18% de analfabetos, segundo dados de 2006 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), foi considerado como leitor quem leu pelo menos um livro durante os três meses anteriores à pesquisa, feita entre novembro e dezembro de 2007, equivalente a 55% dos entrevistados. Entre os leitores que dedicam seu tempo livre para ler, 27% deles lêem revistas (leitura semanal) e 20%, jornais (leitura diária). Os livros são preferidos para leituras mensais -como afirmaram 14% dos entrevistados. Por região O Sul é a região onde mais se lê (média de 5,5 livros por pessoa), à frente do Sudeste (4,9 livros), Centro-Oeste (4,5 livros), Nordeste (4,2 livros) e Norte (3,9 livros). Em 2001, na primeira edição da pesquisa, a média de leitura da população era de 1,8 livro por ano, mas as metodologias utilizadas são diferentes. Enquanto aquela ouviu pessoas com idade superior a 15 anos, a pesquisa divulgada ontem entrevistou crianças a partir dos cinco anos e analfabetos funcionais, em todos os Estados e no Distrito Federal. A margem de erro da pesquisa é de 1,4 ponto percentual. Na opinião do escritor Luis Fernando Verissimo, o preço do livro é uma barreira contra novos leitores. "A maioria está mais preocupada em sobreviver, não tem como comprar livro", disse o escritor -o último da lista de 25 nomes mais admirados ("estou na zona de rebaixamento", brincou). Galeno Amorim, coordenador da pesquisa, negou que o preço seja um "complicador" -o estudo contou com o apoio do Snel (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) e da CBL (Câmara Brasileira do Livro). Hábito As professoras aposentadas Manoelina de Barros, 75, e Maria Helena Tosoni, 68, gostam de se encontrar em livrarias para comprar livros. Elas afirmam que só têm essa disponibilidade porque são aposentadas, e lamentam que a maioria dos professores leia pouco. Sobre o motivo, Tosoni é categórica: "Se o salário fosse maior, leríamos mais". A metroviária Telma Piccirillo, 45, diz que nunca obrigou seus filhos Victor, 10, e Taynã, 15, a ler, mas sempre cultivou o hábito: "Quando não sabiam ler, eu lia para eles". Ela acredita que lê mais que seus colegas: "Eles são meio preguiçosos".
Folha de São Paulo